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As melhores raças de cão para famílias com crianças pequenas

As melhores raças de cão para famílias com crianças pequenas

Bom-com-crianças é um temperamento, não um tamanho ou um nome famoso, e os traços por trás dele são coisas que pode consultar. Aqui o que procurar, as raças que tendem a tê-lo, e porque a supervisão vence qualquer lista.

Um bom cão de família é paciente, tolerante ao manuseio e lento a reagir — um temperamento que algumas raças trazem mais fielmente do que outras. Vale a pena escolher por isso, mas nunca é uma garantia: o cão em si, como foi criado, e acima de tudo a supervisão decidem muito mais do que o nome da raça.

O traço a procurar

A tolerância a crianças é uma característica avaliada, e as páginas das raças trazem-na, por isso pode filtrar pelas raças que tendem a ser gentis com os pequenos em vez de adivinhar pela reputação. Trate-a como uma pré-seleção de partida, não uma promessa — uma avaliação descreve uma população, e o seu cão é um animal moldado pela sua própria criação.

Tamanho e energia são também filtros práticos

Para além do temperamento, ajuste a estrutura ao lar. Um cão grande e calmo é muitas vezes mais firme junto de crianças do que um minúsculo e facilmente magoado, mas um adolescente irrequieto de qualquer tamanho pode deitar abaixo uma criança pequena por acidente. Procure um cão cuja energia a sua família consiga de facto gastar, para que o cão fique realizado em vez de frustrado à volta dos miúdos.

Pense em termos da idade da criança e não da ideia abstrata de crianças. Um bebé que gatinha agarra tudo o que alcança e não pode ser convencido pela razão, por isso é a fase que mais exige da atenção de um adulto. Uma criança que anda corre, grita e cai contra coisas, o que é exatamente o que torna um cão jovem irrequieto um perigo por acidente e não por temperamento. A partir da idade escolar uma criança pode genuinamente aprender a estar segura junto de um cão, e por volta dos dez pode assumir responsabilidade real. Comprar um cachorro no mesmo ano em que um bebé está para nascer põe dois trabalhos exigentes nos mesmos doze meses, e é a versão mais comum de um lar que mais tarde lamenta o seu timing.

A regra que vence qualquer raça

Nenhuma raça é uma ama. A única coisa mais importante é que um cão e uma criança pequena nunca sejam deixados juntos sem supervisão, por mais de confiança que o cão seja. Ensine as crianças a deixar o cão em paz enquanto come ou dorme e a ler uma cabeça virada ou um lábio levantado como um pedido de espaço; a maioria das mordidas vem de um cão familiar cujos sinais anteriores passaram por ler.

Supervisão é uma coisa específica, não uma sensação de estar por perto. Significa estar na sala, a olhar para ambos, e perto o suficiente para intervir — não na cozinha a ouvir. O padrão por trás da maioria das mordidas domésticas é monótono e repetível: o cão foi encurralado, agarrado, montado, acordado ou abordado sobre a comida; deu os pequenos sinais primeiro; ninguém se moveu; e escalou para a única coisa que alguma vez funcionou. Ler os pequenos sinais não é um preciosismo. É a totalidade da prevenção.

O que o cão precisa do arranjo

Um cão de família precisa de um sítio aonde as crianças não sejam autorizadas a segui-lo. Uma cama atrás de uma cancela, uma caixa onde a criança nunca chega, um quarto com a porta fechada por uma hora — qualquer um destes dá ao cão uma forma de sair, que é o que transforma uma tarde tensa numa sem incidentes. Um cão que não consegue afastar-se tem apenas uma opção restante, e é aí que começa o sarilho.

Alimente-o longe do movimento, idealmente atrás de uma porta fechada, porque guardar uma tigela é comportamento normal e não um defeito. Proteja o seu sono: um cão assustado morde antes de estar acordado o suficiente para reconhecer alguém. E dê-lhe tempo que nada tenha a ver com as crianças — um passeio com um adulto, uma sessão de treino, dez minutos sozinho — já que um cão que só alguma vez vive o lar em pleno volume nunca chega a descansar.

Ensinar a criança, não só o cão

Metade disto é trabalho para a criança, e as crianças podem aprendê-lo cedo. Nada de abraços ao pescoço, nada de trepar por cima, nada de caras enfiadas no pelo, nada de seguir um cão que se afastou, e nada tirado da boca dele. Faça festas no ombro em vez de na cabeça. Peça a um adulto antes de tocar em qualquer cão com que não viva, e depois peça a quem o segura.

O teste do consentimento funciona também com crianças, e torna a regra abstrata concreta: faça festas duas vezes, tire a mão, e veja se o cão se inclina de volta ou se afasta. Dá a uma criança de cinco anos algo para fazer em vez de algo para lembrar, e ensina o que importa — que o cão tem uma palavra a dizer.

Os gatos também podem ser animais de família

A mesma avaliação de afinidade com crianças aplica-se no lado dos gatos do catálogo, onde as raças calmas e robustas tendem a tolerar melhor um lar movimentado. Como com os cães, um temperamento gentil mais manuseio ensinado e supervisionado é o que faz resultar.

Um gato tem uma vantagem numa casa barulhenta: pode subir. Prateleiras, um arranhador alto e o topo de um roupeiro dão-lhe um sítio aonde uma criança não pode segui-lo, o que vale mais do que qualquer escolha de raça. Mantenha a caixa de areia num sítio a que a criança não chegue, ensine que um gato que se afasta não é um convite, e saiba que uma patada é um aviso e não um ataque — os sinais que vêm primeiro são os mesmos que os adultos ignoram.

Escolher o indivíduo, não o rótulo

Quando conhece uma ninhada ou um cão de abrigo, observe o que ele faz quanto a ser manuseado em vez de quão amistoso parece no primeiro minuto. Fica para uma festa, ou afasta-se e volta? Como reage a ser segurado por um momento, a um molho de chaves caído, à voz de uma criança? Um bom abrigo dir-lhe-á com clareza como um cão tem sido com crianças e dirá quando não sabe — e um cão sem historial com elas não está desqualificado, apenas por comprovar. O resto do caminho está em adotar ou comprar, e a janela de socialização é onde um cachorro aprende que as crianças são banais.

Qual é a melhor raça de cão de família?

As avaliadas como muito tolerantes a crianças — muitas vezes raças firmes e pacientes — são o melhor ponto de partida, mas o cão em si e a sua criação importam mais do que a raça. Use a avaliação como pré-seleção, depois conheça o cão.

Os cães grandes são seguros junto de crianças?

Muitas raças grandes são gentis e firmes com crianças, por vezes mais do que cães pequenos e facilmente magoados. O tamanho é menos importante do que o temperamento e, acima de tudo, a supervisão — nenhum cão deve ficar sozinho com uma criança pequena.

Como mantenho a minha criança segura junto do cão?

Nunca os deixe juntos sem supervisão, ensine a criança a deixar o cão em paz enquanto come ou dorme, e dê ao cão um sítio para onde se retirar. Aprenda os sinais precoces de que um cão quer espaço, porque agir sobre eles previne quase todas as mordidas.

Que raças de cão são más com crianças?

Em vez de uma lista negra, olhe para os traços: muita energia, baixa tolerância ao manuseio ou um forte ímpeto de guarda tornam o encaixe mais difícil com crianças pequenas. As páginas das raças trazem a avaliação de afinidade com crianças para poder comparar.

Os gatos podem ser bons com crianças?

Sim — várias raças de gato são avaliadas como tolerantes e tranquilas, e as calmas e robustas lidam melhor com uma casa animada. Vale a mesma regra: supervisione, e ensine a criança a manusear o gato com gentileza.

Que idade deve ter uma criança antes de ter um cão?

Não há idade fixa, mas as exigências diferem muito: um bebé que gatinha não pode ser convencido pela razão, uma criança que anda é um perigo por acidente, e a partir da idade escolar uma criança pode genuinamente aprender a estar segura. Ter um cachorro no mesmo ano em que um bebé está para nascer põe dois trabalhos difíceis nos mesmos doze meses.

O que significa supervisão de facto?

Estar na sala, a observar ambos, e perto o suficiente para intervir — não a ouvir a partir da cozinha. A maioria das mordidas domésticas segue o mesmo padrão monótono: o cão foi encurralado, agarrado ou incomodado, deu pequenos sinais, ninguém se moveu.

Como ensino uma criança a comportar-se junto de um cão?

Regras concretas vencem a bondade geral: nada de abraçar o pescoço, nada de trepar, nada de seguir um cão que se afastou, nada tirado da boca, festas no ombro e não na cabeça. O teste de festas-duas-vezes-e-pausa dá a uma criança algo para fazer em vez de algo para lembrar.